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Ordinarices: EyeSee Solutions – Publicidade Digital

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Damos muita importância às notícias de política, futebol e desastres e, muitas vezes, esquecemo-nos do que de bom e inovador se faz em Portugal. Faz-se em Portugal, mas destaca-se e tem reconhecimento no estrangeiro.

Há portugueses que se têm dedicado às novas tecnologias e têm conseguido obter o reconhecimento merecido. Na semana passada, esta notícia do Observador deu-me a conhecer a empresa EyeSee Solutions, que venceu a competição de pitch num dos principais eventos estadunidenses de tecnologia.

Tendo ficado curioso, visitei o site da EyeSee Solutions e descobri que esta empresa apresenta uma nova forma de incorporar a publicidade digital em imagens e vídeos. Falando numa ótica exclusiva de observador, o que me atrai mais na sua solução é o facto de os anúncios surgirem de uma forma notória, mas sem atrapalhar a visualização das imagens e vídeos, combatendo a nefasta praga dos anúncios que tapam o que queremos ver, levando-nos a clicar na “cruzinha” para fechar o anúncio rapidamente.

Se forem como eu, praticamente nem reparam no conteúdo do anúncio, apenas querem que ele desapareça rápido. Mas, pelo que vi dos exemplos do site, esta solução é visualmente agradável. Se aparecer nos vídeos ou imagens que estou a ver, apesar de me chamar a atenção, não me vai irritar (tanto).

A inovação não é um exclusivo americano, e são cada vez mais os portugueses que procuram – e obtêm – o reconhecimento e investimento necessários no mercado tecnológico norte-americano.

Parabéns a todos os que continuam a demonstrar – através do seu árduo trabalho – que a inovação ainda existe nos genes portugueses.

 

*Imagem retirada de unsplash.com

Relembro que este blog já está presente no Facebook: Graforreia Intermitente.

Ordinarices: Dependente Tecnológico

Ok! Eu até entendo que a tecnologia está a tomar conta das nossas vidas e a deixar-nos cada vez mais dependentes de um ecrã e um processador. Mas temos de admitir que a vida já não seria a mesma sem tecnologia.

Até há pouco tempo (talvez por reconhecer algum estatuto a quem protestava contra a tecnologia) concordava que a tecnologia tem uma posição extremamente dominante e que as pessoas estão dependentes, quais zombies descerebrados.

Agora só concordo com a primeira parte. A tecnologia ocupa o lugar cimeiro nas nossas vidas pessoais, profissionais e sociais. E ainda bem! Cada vez mais a tecnologia apresenta uma maior fiabilidade do que o ser humano. Mais facilmente automatizo uma parte do trabalho que é necessário fazer do que o delegado a um colega humano. E, pensando bem, a tecnologia é resultado do cérebro humano, transportando com a ele a imperfeição do criador, mas igualmente a maior potencialidade do seu intelecto.

Já relativamente à parte da dependência, temos de admitir que tudo procede do conteúdo dessa mesma dependência. Por exemplo, as redes sociais. Atualmente as redes sociais, com tudo de bom e de qualidade que contém, são, igualmente, invadidas pelas maiores imbecilidades que a humanidade pode criar. Imbecilidades que apenas têm comparação com os imbecis que as criam e os lerdos que lhes dão importância e as veneram.

Por mim falo, sou dependente da tecnologia e assumo-o. Não consigo sair de casa sem smartphone e desespero quando a percentagem de bateria se aproxima dos 10% e ainda estou longe de chegar a casa. Mas uso-a para trabalhar, para me informar, para estar em contacto, para socializar nesta nova forma de estar presente, e para o meu lazer. Não vou abdicar desta dependência enquanto ela não me for prejudicial.

Ou seja, como tudo na vida, com regulação e consciência tudo se aceita, tudo aumenta a nossa qualidade de vida e satisfação. Quando os abusos se apoderam da nossa atitude é que a porca torce o rabo.

 

Nota: Escrevo este texto sentando numa mesa redonda num almoço de um batizado com pessoas que não conheço e com quem as quais não me sinto capaz interagir (deve ser do sono). Além de que incluem um bebé que me está a baralhar o juízo e a esgotar a paciência com as suas macacada exibicionistas incentivadas pelos "papás" que perderam a noção da realidade algures nas noites mal dormidas. Já estou sentado há uma hora e só comi a sopa!

 

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